John Coates diz que Olimpíada na Austrália pode minimizar impactos do coronavírus no país

Melbourne, Austrália – A realização de uma Olimpíada na Austrália pode ser a solução para o país se recuperar do impacto econômico causado pelo coronavírus. Foi o que afirmou o presidente do Comitê Olímpico Australiano (COA), John Coates, nesta quarta-feira (24).

Em razão da pandemia de Covid-19, o estado do nordeste australiano decidiu cancelar sua candidatura. Porém, apesar da suspensão, Coates afirmou que as autoridades reconhem o potencial dos Jogos na melhoria da economia, que está em sua pior crise desde a década de 1930.

“Já existe a necessidade de empregos e crescimento da economia de Queensland, decorrentes do impacto do Covid-19”, disse Coates nesta quarta. Além disso, “os Jogos podem trazer melhorias importantes na saúde, bem-estar e lazer, em curto e logo prazo”, acrescentou.

O dirigente também falou que o COA estava pronto para retomar o diálogo com o Comitê Olímpico Internacional (COI), uma vez que os governos federais e do estado de Queensland deram sinal verde para a candidatura.

Coates também deixou claro que o evento não será todo custeado pelo país-sede e que terá o apoio financeiro do COI. “Para os que estão preocupados com o custo de US$ 4,5 bilhões (R$ 23,93 bi) de realização dos eventos, o COI já se comprometeu a arcar com metade deste valor”.

Vários países manifestaram interesse em hospedar os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2032, entre os quais: Alemanha, Espanha, Índia, Indonésia e até uma candidatura conjunta da Coréia do Norte e do Sul.

Paris, na França, receberá os eventos em 2024, e Los Angeles, nos Estados, em 2028.

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