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Australian Open vai exigir vacinação para tenistas participarem do torneio

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Melbourne, Austrália – O ministro australiano da imigração, Alex Hawke, colocou um ponto final nas especulações sobre o que será cobrado dos tenistas que quiserem disputar o Australian Open de 2022. Nesta quarta-feira (20), ele afirmou que a vacinação com duas doses será obrigatória a todos os visitantes da Austrália e não haverá exceções para jogadores de tênis.

“O governo, ao estabelecer suas fronteiras, disse que você precisará ser vacinado duas vezes para visitar a Austrália. Essa é uma aplicação universal, não apenas para jogadores de tênis. Quero dizer que todos os visitantes da Austrália precisarão ser vacinados com as duas doses”, disse Hawke em entrevista à rádio ABC.

Atual campeão do Grand Slam australiano, o sérvio Novak Djokovic não foi esquecido na conversa, com o ministro sendo questionado sobre a posição do número 1 do mundo de não querer ser obrigado a se vacinar. “Eu não tenho uma mensagem para Novak. Tenho uma mensagem para todos que desejam visitar a Austrália: precisam estar vacinados com as duas doses”, disse Hawke.

O ministro da saúde Greg Hunt garantiu que as regras foram feitas para proteger os australianos. “Elas se aplicam a todos, sem medo ou favorecimento. Não importa se você é o número 1 do mundo ou qualquer outra coisa”, disse ele em entrevista coletiva na quarta-feira.

A determinação não é unanimidade lá na Austrália. O político Matt Canavan disse que Djokovic deveria ter permissão para entrar porque ele já foi contaminado pelo coronavírus. “Essas regras estão erradas. Não estou dizendo que deveria ser uma regra para Novak, deveria ser uma regra para todos. Se você teve COVID e tem imunidade natural, está em melhor situação”, disse o senador ao Nine’s Today Show.

O presidente da Associação Médica Australiana de Victoria, Dr. Roderick McRae, discordou. “Eu entendo que ele tenha contraído o corinavírus, mas, acredite ou não, a imunidade da vacinação é melhor do que a imunidade de quem já contraiu a doença”, argumentou.

Thiago Monteiro supera bom teste em estreia no challenger de Buenos Aires

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Buenos Aires, Argentina – Em seu primeiro compromisso no challenger de Buenos Aires, Thiago Monteiro foi exigido, mas conseguiu superar um bom teste na terça-feira (19). Principal cabeça de chave do torneio e número 92 do mundo, Monteiro derrotou o argentino Hernan Casanova, 331º do ranking, por 7/6 (9-7), 3/6 e 6/2 em 2h37 de partida.

“Tenho cinco ou seis torneios para jogar até o final do ano. São torneios importantes, e que tenho a condição de estar sempre como cabeça de chave. A ideia é jogar o máximo de partidas que eu puder e somar bastante pontos para terminar o ano bem e já pensar em um calendário (para 2022)”, disse Monteiro, na entrevista ainda em quadra.

Monteiro, de 27 anos e número 1 do Brasil, vinha da disputa do Masters 1000 de Indian Wells, em que foi superado na estreia pelo norte-americano Tennys Sandgren. O cearense tem na temporada treze vitórias em nível ATP, dez em challenger e mais uma no quali de Roma, totalizando 24 triunfos.

A vitória na estreia em Buenos Aires rende sete pontos na ATP a Monteiro. Mas ele tem 80 a defender nesta semana, pelo título do challenger de Lima de 2019. Uma vaga nas quartas vale 15 pontos. Seu próximo adversário é o argentino Nicolas Kicker, 259º colocado, a quem o cearense venceu no único duelo anterior.

Tandara volta a falar sobre a participação de Tiffany na Superliga: ‘Não concordo’

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Osasco, São Paulo – Tandara Caixeta, oposta da seleção brasileira e do Osasco, voltou a se envolver em polêmica. Em entrevista ao Oz Pod, podcast da cidade onde joga, Tandara voltou a afirmar que não concorda com a participação de mulheres transexuais na liga feminina de voleibol.

“Primeiramente, eu vou deixar bem claro que eu respeito a Tifanny, nós nos comunicamos, nós nos falamos sempre, eu tenho um respeito muito grande por ela, sabe? Eu sei das lutas dela como ser humano, enfim”, começou a jogadora.

“Eu acredito muito que cada um tem que ocupar o seu espaço, mesmo, e tem que brigar por isso. Em 2018, eu dei uma entrevista, inclusive eu estava aqui em Osasco, quando eu disse que não concordava. E realmente essa minha opinião não muda, porque eu acredito de verdade que não seja justo”, admitiu Tandara.

“Mesmo que eu não aceite, mesmo que eu não concorde, eu tenho que respeitar. E por isso eu respeito ela como ser humano e hoje, dando tudo certo, eu não vejo a hora da gente jogar junto. E é uma experiência que eu vou ter com ela, eu não tive isso antes”, finalizou a oposta.

Tandara segue afastada de Osasco devido ao teste positivo no exame antidoping divulgado na reta final das Olimpíadas de Tóquio. A atleta não pode sequer treinar com o elenco. Tifanny, por outro lado, continua os treinos normalmente e se prepara para a decisão do Campeonato Paulista feminino de vôlei, contra o Barueri.

De virada, Ygor Coelho é eliminado do Aberto da Holanda de badminton

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Almere, Holanda – Em seu primeiro jogo após os Jogos Olímpicos, Ygor Coelho foi eliminado na primeira rodada do Aberto Holandês de badminton. O jogador, atual campeão pan-americano, perdeu de virada, por 2 a 1, para o búlgaro Daniel Nikolov, nesta quinta-feira (14), com parciais 20/22, 13/21 e 16/21.

O fluminense largou na frente do placar e fechou o primeiro set em 22 a 20. Nas parciais seguintes, no entanto, o brasileiro não conseguiu manter o ritmo e perdeu por 21 a 13 e 21 a 16. Este foi terceiro encontro entre Ygor e o búlgaro, que agora lidera o retrospecto em 2 a 1.

Ygor Coelho é o melhor jogador de badminton do Brasil de todos os tempos. Campeão pan-americano em Lima, ele foi o primeiro brasileiro a vencer uma partida da modalidade em Jogos Olímpicos e o primeiro a figurar entre os 30 melhores do mundo. Atualmente, ele ocupa a 50ª posição no ranking da Federação Internacional de Badminton (BWF, da sigla em inglês).

Curling: Seleção feminina perde para Eslováquia e se complica em classificatório para o pré-olímpico

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Erzurum, Turquia – Nesta quarta-feira (13), a seleção brasileira de curling femino disputou a terceira rodada das classificatórias do pré-olímpico da modalidade. As meninas do Brasil enfrentaram a seleção da Eslováquia e foram derrotadas pelo placar de 11 a 4, e as chances de classificação são mínimas.

Com essa derrota, as brasileiras se complicam na competição. Até o momento, o Brasil soma uma vitória e duas derrotas, estando a frente somente da Austrália que não venceu na competição. A Eslováquia comprovou o favoritismo no grupo e conquistou a terceira vitória, seguindo invicta e liderando o grupo.

As brasileiras retornam à pista de gelo precisando de uma vitória contra a Noruega na quinta-feira (14), além de torcer para derrota da Turquia, que enfrenta a Eslováquia no mesmo dia. Cada seleção terá duas vitórias e duas derrotas, com a classificação sendo definida no saldo de pontos marcados, o que exige que a vitória sobre a Noruega seja com ampla vantagem.

O time feminino de curling do Brasil é composto por Anne Shibuya como skip; Luciana Barrella, de third; Debora Monteiro, de second; e Letícia Cid, de lead.

Esta competição é uma iniciativa da Federação Internacional de Curling (WCF, em inglês) para garantir confrontos entre nações de nível técnico similar na disputa pelas últimas vagas no pré-olímpico, que será realizado em dezembro na Holanda. A competição vai até o dia 15 e conta com 16 duplas mistas, dez equipes femininas e 17 equipes masculinas.

Imagem: Reprodução ICE Brasil

Coates: pressionar a China por violação de direitos humanos não é ‘competência do COI’

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Lausanne, Suíça – Diante da proximidade das Olimpíadas de Inverno, em fevereiro, em Pequim, crescem os protestos por supostos abusos contra os direitos humanos na China. John Coates, vice-presidente do COI, porém, afirma que pressionar o país asiático por conta das acusações não é competência do COI.

“Temos que respeitar a soberania dos países que hospedam os Jogos. A missão do COI é garantir que não haja abusos dos direitos humanos na condução dos Jogos nos Comitês Olímpicos Nacionais ou no Movimento Olímpico. Não podemos entrar em um país e dizer a eles o que fazer. Tudo o que podemos fazer é conceder as Olimpíadas a um país, nas condições estabelecidas em um contrato anfitrião, e então garantir que sejam cumpridas”, disse o dirigente australiano.

Durante toda a preparação para os Jogos de Pequim, a China foi acusada de abusos contra direitos humanos. Houve uma série de apelos para que as Olimpíadas fossem transferidas de local, além de ameaças de boicotes de países como os Estados Unidos.

O COI tem sido criticado por uma série de entidades defensoras dos direitos humanos por supostamente ignorar abusos cometidos no país. Em uma carta enviada ao COI, uma coalização de mais de 180 grupos afirmou que o comitê “fez vista grossa às violações generalizadas e sistemáticas dos direitos humanos cometidas pelas autoridades chinesas”.

Nos últimos anos, a China foi acusada de manter mais de um milhão de uigures, grupo de origem turcomena e predominantemente muçulmano, presos na região de Xinjiang. O governo chinês, a princípio, negou. Recentemente, porém, passou a dizer que eles estão em centros de treinamento e educação. Defensores de direitos humanos, porém, afirmam que os uigures sofrem com trabalho forçado, tortura, esterilização forçada e aborto. As acusações alegam um genocídio cultural e uma limpeza étnica por parte do governo chinês.

O tema foi discutido, inclusive, na campanha de Joe Biden à presidência dos Estados Unidos. Durante o processo eleitoral, chegou a dizer que o tratamento equivalia a um genocídio.

Barueri atropela Sesi-Bauru e vai enfrentar o Osasco na final do Campeonato Paulista

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Bauru, SP – O Barueri venceu o Sesi-Bauru por 3 sets 0 (parciais de 22/25, 21/25 e 25/17), na noite desta terça-feira, na terceira partida da série semifinal do Campeonato Paulista de vôlei. O confronto foi disputado no ginásio Panela de Pressão, em Bauru.

Sem tomar conhecimento do melhor time da primeira fase do estadual, o Barueri fechou a série em 2 a 1, de virada, se garantindo na briga pelo segundo título paulista da sua história. O projeto comandado por José Roberto Guimarães, que custeia boa parte das atividades, completou cinco anos exatamente nesta terça-feira.

A final será decidida na série melhor de três jogos. A primeira partida será disputada na próxima sexta-feira, às 21h30, no ginásio José Liberatti, em Osasco. O segundo jogo está marcado para terça-feira (19), às 18h, em Barueri. Caso seja necessário, o terceiro jogo será na sexta-feira (22), às 19h.

Curling: Seleção feminina conquista a 1ª vitória no classificatório ao pré-olímpico

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Erzurum, Turquia – A seleção feminina de curling do Brasil conquistou a primeira vitória no torneio classificatório ao pré-olímpico da modalidade, em Erzurum, Turquia. No segundo jogo, realizado nesta terça-feira (12), o Brasil derrotou a Áustria por 10 a 5.

Com a vitória de hoje, as meninas do Brasil acumulam uma vitória e uma derrota. Na rodada anterior, elas perderam para as anfitriãs turcas por 12 a 2. As próximas adversárias do Brasil na fase de grupos são Eslováquia e Noruega.

O time feminino de curling do Brasil é composto por Anne Shibuya como skip; Luciana Barrella, de third; Debora Monteiro, de second; e Letícia Cid, de lead.

Esta competição é uma iniciativa da Federação Internacional de Curling (WCF, em inglês) para garantir confrontos entre nações de nível técnico similar na disputa pelas últimas vagas no pré-olímpico, que será realizado em dezembro na Holanda. A competição vai até o dia 15 e conta com 16 duplas mistas, dez equipes femininas e 17 equipes masculinas.

ASICS rompe com Thiago Wild após denúncias de ex-namorada

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Rio de Janeiro, Brasil – A ASICS, marca de artigos esportivos, anunciou que não vai renovar o contrato com o tenista brasileiro Thiago Wild. O anúncio vem depois dos relatos feitos pela ex-namorada do jogador, Thayane Lima, sobre comportamentos abusivos de Thiago.

A informação foi dada em reportagem da Record TV do Rio de Janeiro no programa Balanço Geral: “Após uma cuidadosa consideração baseada nos valores de nossa marca, a ASICS decidiu não renovar o contrato com Thiago Wild”, disse o comunicado da marca para a reportagem.

A ASICS estava com o tenista há vários anos e esteve com ele nas conquistas do US Open juvenil em 2018 e no ATP 250 de Santiago, no Chile, em 2020, onde foi o mais jovem brasileiro a vencer esse tipo de evento superando até Gustavo Kuerten.

Recentemente, a polícia do Rio de Janeiro abriu uma investigação sobre o caso.

A reportagem da RecordTV ainda ouviu outra ex-namorada de Wild, Leciane Silva, que também denunciou o atleta por relacionamento abusivo.

A advogada de Thayane informou na reportagem que irá entrar com ação contra Wild na justiça pedindo pensão alimentícia.

Wild conseguiu por meio da justiça a exclusão das publicações de Thayane sobre o relacionamento entre eles, mas de acordo com a reportagem os oficiais de justiça não encontraram Thayane no endereço onde os dois moravam na Barra da Tijuca no Rio de Janeiro. Gisela Wild, mãe do jogador, protocolou um boletim de ocorrência na polícia alegando que teria sido agredida pelo pai de Thayane Lima no prédio onde Thiago alugava para os dois e onde esteve para retirar seus pertences.

Wild retorna ao circuito mundial esta semana no torneio challenger de Santiago. Ele ficou mais de dois meses sem jogar com problemas no quadril.

Andy Murray vira sobre Carlos Alcaraz e avança no Indian Wells

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Indian Wells, EUA – Neste domingo (10), o britânico Andy Murray derrotou o espanhol Carlos Alcaraz e avançou à terceira rodada no Masters 1000 de Indian Wells. O ex-número 1 começou muito bem, mas perdeu embalo e conseguiu dura virada por 5/7, 6/3 e 6/2, num esforço de 3h04.

Na luta por recuperar a melhor forma física e técnica, Murray anotou apenas a 11ª vitória em 20 jogos de primeira linha feitos na temporada. Como defende o título da Antuérpia de 2019, o escocês corre risco de perder mais postos no ranking, onde ocupa no momento o 121º lugar.

Seu adversário de segunda-feira pode ser o alemão e quarto do mundo Alexander Zverev, que é favorito neste domingo diante da sensação norte-americana Jenson Brooksby, 79º colocado.

O duelo diante do jovem espanhol, de 18 anos mas já 38º do ranking, foi notavelmente intenso. Alcaraz começou muito mal, sem ritmo e com erros de todo tipo, e Murray perdeu três oportunidades para saltar a 4/0, o que provavelmente simplificaria seu trabalho no primeiro set. A partir do momento que escapou e fez seu primeiro game, Alcaraz subiu muito de nível, jogou sempre perto da linha e disparou sucessivas curtinhas que deixaram Murray sem ação.

A batalha de longas trocas de bola no lento piso sintético parecia caminhar para o espanhol, quando Murray cedeu 15-40 no terceiro e no quinto games do segundo set. Para chegar ao 2/1, usou o inesperado saque por baixo. Depois de se salvar, conseguiu então tirar o serviço após escolhas muito ruins de Alcaraz, segurando a vantagem.

Games muito longos marcaram o começo do terceiro set e Murray mostrou notável resistência. Saiu com nova quebra, evitou quatro break-points em seguida e por pouco não abriu 3/0. Ainda assim, Murray manteve a soberania, agora com um jogo mais variado e primeiro saque mais eficiente, e enfim fechou a maratona.

Alcaraz, cabeça 30, disputou Indian Wells pela primeira vez. Murray ao contrário está em sua 13ª participação, tem uma final em 2009 mas não atingia a terceira rodada em Indian Wells desde 2016.

Holger Rune: ‘Meu objetivo é ser o melhor jogador do mundo’

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Orleans, França – Um dos mais promissores jovens do circuito, o dinamarquês Holger Rune mostrou que não tem ambições pequenas para sua carreira. O tenista de apenas 18 anos e atual 124 do mundo falou em entrevista concedida à organização do challenger de Orleans que seu objetivo é ser campeão de Grand Slam e liderar o ranking da ATP.

“Meu objetivo não é estar entre os 20 primeiros, mas ser o melhor jogador do mundo como Rafa, Roger e Novak conseguiram. Quero ganhar muitos Grand Slams e fazer o melhor que puder. Acho que tenho um grande potencial e uma grande equipe ao meu lado que me ajuda a superar obstáculos”, disse o confiante dinamarquês.

“Todo esse apoio é uma das coisas mais importantes para ser um jogador que pretende chegar ao topo do mundo no tênis profissional. É um longo caminho, mas estou pronto para encará-lo e poder alcançar todos esses sonhos que comentei”, complementou Rune.

O jovem tenista também relembrou seu duelo com o sérvio Novak Djokovic na primeira rodada do US Open deste ano. “Foi uma das melhores coisas que fiz como tenista, nunca senti nada parecido. Foi uma sensação incrível estar em uma quadra central inteira do US Open enfrentando o melhor jogador do mundo”, afirmou o dinamarquês.

“Tentei tudo de mim para que os espectadores pudessem acompanhar um lindo show. Lutei por todos os pontos, continuei torcendo para que o público entrasse totalmente no jogo. Foi uma sensação incrível, não poderia pedir mais do que realmente aconteceu”, disse Rune, que até venceu um set contra Djokovic, mas acabou superado por 3 a 1.

Luisa Stefani e Gabriela Dabrowski vencem e avançam no US Open

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Nova Iorque, EUA – O domingo de muita chuva em Nova York acabou possibilitando uma experiência inédita na vida de Luísa Stefani. A brasileira teve sua partida da segunda rodada de duplas do US Open transferida para o Arthur Ashe Stadium, maior estádio de tênis do mundo, e conseguiu vencer ao lado da canadense Gabriela Dabrowski. Elas superaram a croata Petra Martic e a norte-americana Shelby Rogers por 6/4, 6/7 (5-7) e 7/6 (7-3) em 2h24 de partida.

Stefani e Dabrowski vivem ótimo momento no circuito de duplas e disputaram três finais seguidas nos eventos preparatórios para o US Open, com título em Montréal e vice-campeonatos em San Jose e Cincinnati. Outro torneio em que elas jogaram juntas foi o WTA 500 de Ostrava, no fim do ano passado, quando também chegaram à decisão.

Garantidas nas oitavas de final, Stefani e Dabrowski agora enfrentam as ucranianas Marta Kostyuk e Dayana Yastremska já nesta segunda-feira, por volta de 14h00. Esta é apenas a segunda participação de Luísa Stefani no US Open, sendo que no ano passado ela chegou às quartas de final ao lado de Hayley Carter.

Apesar de ter atingido as quartas em 2020, Stefani já não precisa mais se preocupar com defesa de pontos no ranking. A última edição teve pontuação reduzida por ter menos duplas inscritas no torneio, em função da pandemia. A atual 17ª colocada havia feito 215 pontos no torneio do ano passado, mas já supera essa marca com os 240 deste ano, que apenas igualam seu último resultado válido. Ela inclusive já vai ganhar a posição da norte-americana Nicole Melichar, que tinha mais pontos a defender.