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China prevê aumento de casos de covid-19 por causa de Jogos de Inverno

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Pequim, China – Organizadores da Olimpíada de Inverno de Pequim disseram na última semana que esperam um “certo número” de casos do novo coronavírus na China por causa da chegada de estrangeiros para o evento e pediram enfaticamente aos participantes que recebam vacinas de reforço por causa da disseminação da variante Ômicron.

Autoridades também procuraram amenizar as preocupações sobre os cuidados de saúde dos participantes decorrentes da covid-19, assim como as que vieram após um acidente no mês passado durante uma sessão de treino de luge em um local de competição de Pequim durante o qual um atleta polonês sofreu uma lesão grave na perna.

Nos Jogos, que devem acontecer entre 4 e 20 de fevereiro, todos os atletas, funcionários e pessoal relacionado estarão em uma bolha sanitária para conter a propagação do vírus na China, que tem algumas das restrições de covid-19 mais rígidas do mundo e praticamente tem conseguido conter surtos locais.

“Um número grande de pessoas de países e regiões diferentes virá à China e o fluxo de pessoas aumentará. Consequentemente, um certo número de casos positivos se tornará um acontecimento de alta probabilidade”, disse Han Zirong, vice-presidente e secretário-geral do comitê organizador de Pequim, em um briefing à imprensa.

Autoridades deram um relato detalhado sobre os profissionais e instalações medicinais disponíveis para o tratamento de casos de covid-19, lesões esportivas e cuidados médicos em geral, e expressaram a confiança de que os Jogos possam ocorrer apesar da altamente infecciosa Ômicron.

As informações são do portal Ananindeua 360.

Peng Shuai nega ter feito acusação de assédio sexual: ‘Fui mal interpretada’

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Pequim, China – O caso da chinesa Peng Shuai ganhou mais uma reviravolta neste domingo. Segundo informa a agência Reuters, a ex-número 1 do mundo nas duplas disse que nunca acusou ninguém de agredi-la sexualmente e que uma postagem nas redes sociais que ela publicou no mês passado foi mal interpretada.

“Primeiro, preciso enfatizar um ponto que é extremamente importante, nunca disse ou escrevi que alguém me agrediu sexualmente, devo enfatizar claramente esse ponto”, disse Peng no vídeo postado pelo Lianhe Zaobao, maior jornal de língua chinesa de Cingapura.

Ela disse que sua postagem no Weibo, um site de mídia social semelhante ao Twitter, que foi rapidamente removido, era um “assunto privado”. Sem dar mais detalhes, a tenista de 35 anos também falou que houve um grande mal-entendido das pessoas sobre sua mensagem.

A segurança de Peng tornou-se um motivo de preocupação entre a comunidade global do tênis e grupos de direitos humanos quando ela publicou uma mensagem nas redes sociais acusando o ex-vice-premiê chinês Zhang Gaoli de assédio sexual. Depois dessa postagem, a tenista ficou sumida por quase três semanas.

O ocorrido com a chinesa causou comoção nos colegas de circuito e uma cobrança de entidades. No tênis foi a WTA que teve a resposta mais firme ao decidir suspender todos os torneios na China. Em um primeiro momento a ITF manteve suas competições no país, mas depois comunicou que não seriam disputados eventos por lá em 2022. A ATP por enquanto não tomou decisão alguma e só cobrou investigação.

Fenerbahce atropela o Minas e leva o bronze no Mundial de clubes

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Ancara, Turquia – O Itambé Minas terminou o Mundial de clubes de vôlei em quarto lugar. Diante do Fenerbahce, o time brasileiro perdeu a disputa do terceiro lugar por 3 sets a 0, parciais de 25/18, 25/7 e 28/26, ficando, assim, fora do pódio.

Após ter uma boa atuação e fazer um jogo duro diante do Conegliano na semifinal, o Minas não conseguiu repetir o desempenho e acabou sendo superado em sets diretos para as donas da casa. Após um primeiro set de altos e baixos, a equipe brasileira entrou claramente nervosa no segundo set e não conseguiu nem chegar aos dois dígitos no placar.

Na terceira parcial o Minas voltou melhor, porém o time da casa seguiu mais consistente e fechou a vitória por 3 a 0.

Fedorovtseva foi a grande estrela da vitória turca com 21 pontos, enquanto Carol Gattaz liderou a estatísticas para o time brasileiro com dez bolas no chão.

A decisão do torneio acontece ainda hoje, a partir das 12h30 entre Conegliano, da Itália, e Vakifbank, também da Turquia. O Brasil estará representado na decisão por Gabi Guimarães, que busca o caneco pelo time da casa.

Rafael Nadal não sabe se vai jogar o Australian Open em janeiro

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Abu Dhabi, Emirados Árabes – Derrotado nas duas partidas que fez no Mubadala World Tennis Championship, perdendo primeiro a semi para o britânico Andy Murray e depois a disputa do terceiro lugar para o canadense Denis Shapovalov, o espanhol Rafael Nadal deixou a exibição de Abu Dhabi com sensações distintas. Ele fez um balanço positivo da apresentação, mas colocou em dúvida sua ida ao Australian Open.

“Preciso falar com minha equipe e tomar uma decisão, não posso garantir 100% minha participação no Australian Open. Meu plano é ir lá e dar o meu melhor. Esse é o meu objetivo e essa é a ideia, mas tenho que ver como o corpo se sente depois de alguns dias. Tenho algum tempo para tomar essa decisão, então a faremos com o passar dos dias”, afirmou o canhoto de Mallorca no sábado após a derrota de virada para Shapovalov.

Nadal contou que ainda não está se sentindo na plenitude de sua forma, só que mesmo assim gostou do que apresentou em quadra. “Mostrei que posso competir contra bons jogadores. Há muito a melhorar nas próximas semanas, mas estou feliz por ter enfrentado jogadores como Murray ou Shapovalov. Desse ponto de vista, é algo que foi muito positivo para mim, pois consegui ser competitivo. Mesmo assim, preciso de tempo”.

“As pessoas acham que joguei pela última vez em Washington, mas nos jogos que fiz lá já não estava com boas sensações. Depois de Roland Garros foi um desastre, meu pé não me permitia nem treinar ou jogar direito. Já se passaram seis meses desde a minha última partida oficial de verdade. O principal é ter saúde o suficiente para fazer as coisas que tenho que fazer”, acrescentou o espanhol.

Questionado sobre a motivação neste seu retorno, Rafa explicou que o objetivo é ser competitivo novamente e buscar grandes títulos. “Não jogo tênis por dinheiro ou por diversão, jogo porque quero continuar atingindo metas ou pelo menos aproveitar esse processo. Se você não conseguir, tudo bem, mas a motivação e a paixão continuam lá . Hoje o Denis foi superior e devemos dar-lhe os parabéns pela vitória”, finalizou

Dominic Thiem e Casper Ruud também não vão jogar em Abu Dhabi

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Abu Dhabi, Emirados Árabes – Um dia após a britânica Emma Raducanu testar positivo para Covid-19 e por isso desistir do Mubadala World Tennis Championship, agora foi a vez do austríaco Dominic Thiem abdicar de sua participação na exibição de Abu Dhabi. O campeão do US Open do ano passado explicou que ainda não se sente preparado para encarar o nível de exigência do evento.

“Estava ansioso para fazer meu retorno às quadras em Abu Dhabi, mas sinto que ainda não estou preparado para competir no mais alto nível. É uma pena não poder estar lá neste ano, mas tenho que seguir minha preparação para a temporada que terei pela frente”, afirmou o atual número 15 do mundo através de suas redes sociais.

“Realmente espero poder voltar ao Mubadala World Tennis Championship no futuro”, complementou Thiem, que abriria campanha no torneio nesta quinta-feira encarando o britânico Andy Murray. O vencedor enfrentaria depois o espanhol Rafael Nadal na semi.

E a baixa de Thiem não foi a única. O norueguês Casper Rudd, que mediria forças com o canadense Denis Shapovalov no outro lado da chave para ver quem iria desafiar o russo Andrey Rublev na semi, foi outro desistente de última hora. Os substitutos já foram anunciados, com Daniel Evans e Taylor Fritz entrando na chave masculina e Ons Jabeur na feminina.

Judô: campeã olímpica, Sarah Menezes será técnica da seleção feminina

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Rio de Janeiro, Rio de Janeiro – Medalhista de ouro nos Jogos de Londres (Reino Unido), em 2012, Sarah Menezes será treinadora da seleção feminina de judô durante o ciclo olímpico de Paris (França). O anúncio foi feito pela Confederação Brasileira da modalidade (CBJ), nesta segunda-feira (13). A apresentação será na terça-feira (14), na abertura da seletiva que definirá a equipe nacional de 2022, em Pindamonhangaba (SP).

Sarah se aposentou dos tatames no fim de 2020, após anunciar que estava grávida – a filha, Nina, nasceu em maio deste ano. A piauiense de 31 anos (15 deles na seleção principal) e que também disputou as Olimpíadas de Pequim (China), em 2008, e do Rio de Janeiro, em 2016, terá como coordenadora técnica Andréa Berti, que era responsável pela equipe júnior e esteve nos Jogos de Barcelona (Espanha) e Atlanta (Estados Unidos), em 1992 e 1996, respectivamente.

A seleção masculina será treinada por Antônio Carlos Pereira, o Kiko, que revelou o bicampeão do mundo João Derly e os medalhistas olímpicos Mayra Aguiar (também bi mundial) e Daniel Cargnin. Ele assume o posto em substituição à japonesa Yuko Fujii, que passará a ser a coordenadora técnica da equipe.

Os técnicos Luiz Shinohara, Mario Tsutsui e Rosicléia Campos deixam a seleção. O trio comandou a geração responsável por conquistar 14 medalhas olímpicas e 48 em Mundiais e será homenageado nesta terça, também na abertura da seletiva.

Abertura dos Jogos de Paris 2024 será no rio Sena

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Paris, França – O comitê organizador dos Jogos Olímpicos de Paris anunciou nesta segunda-feira (13) que foi aprovado o projeto para a realização de uma inédita cerimônia de abertura da competição no rio Sena, em 26 de julho de 2024.

Esta será a primeira vez na história que o evento de inauguração das Olimpíadas não acontecerá dentro de um estádio de futebol.

Mais de 160 barcos com atletas de mais de 200 delegações desfilarão ao longo do rio da capital francesa por quase seis quilômetros. O trajeto vai da Ponte Austerlitz até a Ponte Iena, no coração de Paris, e o encerramento da cerimônia acontecerá na esplanada do Trocadero, em frente à Torre Eiffel.

A expectativa dos organizadores é receber cerca de 600 mil pessoas, sendo uma parte do público acomodada às margens do Sena, em arquibancadas pagas, enquanto outra parte do público terá acesso gratuito à cerimônia.

O projeto havia sido anunciado em julho, durante os Jogos Olímpicos de Tóquio, pelo presidente da França, Emmanuel Macron, e levantava dúvidas por parte de representantes de segurança pública devido à vigilância que será necessária.

Segundo relatos, as autoridades responsáveis pela segurança queriam limitar a audiência a 250 mil pessoas, enquanto os organizadores e a Prefeitura de Paris pretendem um espetáculo aberto a 2 milhões de pessoas.

“Hoje é um momento importante. São muitas emoções, muito entusiasmo. A Cerimônia de Abertura será claramente a maior”, afirmou Tony Estanguet, chefe dos Jogos de Paris-2024, ao lado da prefeita de Paris, Anne Hidalgo, durante coletiva de imprensa.

O orçamento do evento é estimado em quase 4 bilhões de euros, a maior parte de fundos privados. Ao todo, 80 telas gigantes serão instaladas ao longo do trajeto, “para que todos os espectadores possam aproveitar o espetáculo”, que deve durar mais de três horas.

Além disso, diversas animações devem ser projetadas nas pontes situadas pelo caminho (cerca de 10, incluindo as célebres Pont Neuf, des Arts e Alexandre III). Até o momento, porém, os organizadores ainda não decidiram onde ficará a tocha olímpica.

Ex-cartola do atletismo, Lamine Diack morre aos 88 anos

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Dakar, Senegal – O ex-presidente da Federação Internacional de Atletismo (World Athletics), o senegalês Lamine Diack, morreu na última sexta-feira (3) aos 88 anos. Após passar alguns anos preso na França cumprindo pena por corrupção na atribuição das sedes dos Jogos Olímpicos de 2016 (Rio) e 2020 (Tóquio), e também sendo investigado por acobertar casos de doping na Rússia, o dirigente estava em Dakar, onde nasceu, desde maio.

A notícia foi revelada pela imprensa local e depois confirmada pela família de Lamine Diack. A causa da morte não foi revelada. “Sim, o meu pai acaba de ser chamado por Deus, gostaríamos que ele continuasse nos acompanhando, mas ele foi embora”, disse seu filho, Papa Massata Diack, à agência senegalesa de notícias.

Diack sucedeu o italiano Primo Nebiolo, após a sua morte em 1999, como presidente da IAAF, servindo até 2015, quando o britânico Sebastian Coe, atual presidente, foi eleito após ele ter seu nome envolvido em diversos escândalos de corrupção.

Nascido em Dakar em 1933, Diack teve uma vida ligada ao esporte. Não apenas dirigente, como também na função de atleta. Ele praticou diversas modalidades na infância: atletismo, basquete, futebol, ténis e vôlei. O senegalês se tornou, antes da independência do país, campeão nacional (7,63 metros) e campeão universitário (7,72 metros) no salto em distância na França, em 1958 e 1959, respectivamente.

Em 1973, Diack foi eleito o primeiro presidente da Confederação Africana de Atletismo e ocupou a presidência do Comité Olímpico do Senegal de 1985 até 2002. Desempenhou as funções de Ministro da Juventude e Desportos do país, de Presidente da Câmara de Dakar e ainda se elegeu deputado na Assembleia Nacional do Senegal.

A carreira de Lamine Diack ficou manchada após 2015, quando foi preso em Paris, juntamente com o seu advogado, Habib Cissé, por suspeita de desvio de fundos da IAAF e de receber “suborno” para facilitar o doping na Rússia. Em setembro de 2020, o ex-presidente da IAAF ainda foi considerado culpado por corrupção ativa e passiva, bem como violação de confiança, e condenado a mais quatro anos de prisão – dois deles isentos de cumprimento – bem como a pagar uma multa máxima de 500 mil euros.

Rússia bate Alemanha e vai à final da Copa Davis contra a Croácia

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Madri, Espanha – A forte equipe da Federação Russa de Tênis confirmou o favoritismo no confronto contra a Alemanha e garantiu lugar na final da Copa Davis. Pouco depois de o número 5 do mundo, Andrey Rublev, vencer na abertura da série, foi a vez de o vice-líder do ranking Daniil Medvedev definir a classificação. Medvedev superou neste sábado o 51º do ranking Jan-Lennard Struff por duplo 6/4 em 1h08 de partida.

Com os resultados, os russos fecham a série por 2 a 0. Mesmo assim, os capitães concordaram com a realização de um jogo de duplas, com Aslan Karatsev e Karen Khachanov contra Kevin Krawietz e Tim Puetz. Os russos enfrentam a Croácia na final da Davis, que será realizada neste domingo, a partir do meio-dia (de Brasília). Ambos os países lutam pela terceira conquista na competição.

A Rússia tem dois títulos de Copa Davis, conquistados em 2002 e 2006. O país também já disputou as competições sob bandeiras da União Soviética, entre 1962 e 1991, e da Comunidade dos Estados Independentes (CEI) em 1992. Na atual temporada, os russos não podem usar a bandeira e hino, utilizando o emblema da Federação de Tênis do país. Outras três finais foram alcançadas em 1994, 1995 e 2007.

Aos 25 anos, Medvedev tem agora sete vitórias e apenas duas derrotas em partidas de simples pela Copa Davis. Nesta edição do evento, o número 2 do mundo também foi escalado nos confrontos contra Equador e Espanha pela fase de grupos e venceu seus jogos contra Emilio Gomez e Pablo Carreño Busta durante o último final de semana. Já nas quartas de final, derrotou Mikael Ymer no confronto das quartas contra a Suécia. Ele não perdeu sets em nenhuma dessas partidas.

A vitória deste sábado foi a quinta de Medvedev em seis jogos contra Struff pela elite do circuito. Este ano, eles já haviam se enfrentado duas vezes em quadras de grama, com vitória do alemão em Halle e do russo em Wimbledon.

Nova variante de covid-19 obriga Austrália a retardar a entrada de estrangeiros

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Canberra, Austrália – Diante da forma alarmante com que a nova variante do coronavírus se espalha pelo mundo, o governo da Austrália decidiu retardar a autorização de entrada de estrangeiros, mesmo com vacinação completa. A abertura estava prevista para o dia 1º de dezembro, quarta-feira, mas foi postergada para o dia 15.

Com o rápido avanço da variante ômicron, inicialmente surgida no sul da África, vários países têm apertada as medidas de prevenção, incluindo lockdowns, principalmente na Europa. Também se suspenderam voos e entrada de imigrantes oriundos dessa região.

O governo australiano tem agido com rapidez e rigidez diante da pandemia e o receio é que o avanço da nova onda force a sucessivos adiamentos na abertura da fronteira, o que pode inviabilizar a entrada dos tenistas. O calendário do tênis masculino e feminino de 2022 está previsto para dar largada já no dia 1º de janeiro.

Pelo menos três casos da nova variante já foram registrados na Austrália.

De virada, Novak Djokovic derrota Hubert Hurkacz e garante o número 1

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Paris, França – Precisando de apenas mais uma vitória no Masters 1000 de Paris para já garantir o número 1 ao fim da temporada, o sérvio Novak Djokovic levou um susto do polonês Hubert Hurkacz no começo da semifinal, mas depois se recuperou e com autoridade despachou o rival, marcando parciais de 3/6, 6/0 e 7/6 (7-5), em 2h17 de confronto.

Djokovic vai disputar sua 54ª final de Masters 1000, ampliando o recorde que já lhe pertence, colocando agora duas de diferença para o espanhol Rafael Nadal, com quem está empatado no número de títulos, ambos com 36. O sérvio poderá se isolar também neste quesito se levantar a taça no Palácio de Bercy no próximo domingo.

Seu adversário na decisão será definido na segunda semifinal do dia, que terá de um lado o russo Daniil Medvedev e do outro o alemão Alexander Zverev. Ele leva vantagem no retrospecto contra seus dois possíveis oponentes na busca pelo título, tem sete vitórias em 10 jogos contra o germânico e venceu cinco dos nove confrontos com o atual número 2 do mundo.

Em seu terceiro duelo com Djokovic, o primeiro fora de um Grand Slam, o polonês top 10 mostrou grande consistência no primeiro set e praticamente não deu chances ao rival em seus games de saque. O primeiro break-point da partida veio apenas no oitavo game, em que Hurkacz conseguiu a quebra. Ele foi ao serviço para fechar, salvou um break-point e fechou no segundo set-point que teve.

O bom desempenho de Hurkacz sumiu na segunda parcial, em que foi dominado pelo líder do ranking. O polonês venceu apenas 11 pontos em todo o set, não confirmou um game sequer de saque, levou três quebras consecutivas e levou um fulminante ‘pneu’.

No terceiro e decisivo set o jogo voltou a ficar mais equilibrado. Djokovic obteve quebra de vantagem no quarto game, mas Hurkacz reagiu e devolveu o break no sétimo. O sérvio teve o primeiro match-point no décimo game, mas o rival se salvou com o saque e levou depois a definição para um disputadíssimo tiebreak, no qual o sérvio foi levemente melhor e assim selou a vitória.

Australian Open vai exigir vacinação para tenistas participarem do torneio

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Melbourne, Austrália – O ministro australiano da imigração, Alex Hawke, colocou um ponto final nas especulações sobre o que será cobrado dos tenistas que quiserem disputar o Australian Open de 2022. Nesta quarta-feira (20), ele afirmou que a vacinação com duas doses será obrigatória a todos os visitantes da Austrália e não haverá exceções para jogadores de tênis.

“O governo, ao estabelecer suas fronteiras, disse que você precisará ser vacinado duas vezes para visitar a Austrália. Essa é uma aplicação universal, não apenas para jogadores de tênis. Quero dizer que todos os visitantes da Austrália precisarão ser vacinados com as duas doses”, disse Hawke em entrevista à rádio ABC.

Atual campeão do Grand Slam australiano, o sérvio Novak Djokovic não foi esquecido na conversa, com o ministro sendo questionado sobre a posição do número 1 do mundo de não querer ser obrigado a se vacinar. “Eu não tenho uma mensagem para Novak. Tenho uma mensagem para todos que desejam visitar a Austrália: precisam estar vacinados com as duas doses”, disse Hawke.

O ministro da saúde Greg Hunt garantiu que as regras foram feitas para proteger os australianos. “Elas se aplicam a todos, sem medo ou favorecimento. Não importa se você é o número 1 do mundo ou qualquer outra coisa”, disse ele em entrevista coletiva na quarta-feira.

A determinação não é unanimidade lá na Austrália. O político Matt Canavan disse que Djokovic deveria ter permissão para entrar porque ele já foi contaminado pelo coronavírus. “Essas regras estão erradas. Não estou dizendo que deveria ser uma regra para Novak, deveria ser uma regra para todos. Se você teve COVID e tem imunidade natural, está em melhor situação”, disse o senador ao Nine’s Today Show.

O presidente da Associação Médica Australiana de Victoria, Dr. Roderick McRae, discordou. “Eu entendo que ele tenha contraído o corinavírus, mas, acredite ou não, a imunidade da vacinação é melhor do que a imunidade de quem já contraiu a doença”, argumentou.