eSports não farão parte do programa olímpico

Thomas Bach, presidente do COI, afirma que ainda é muito cedo para incluir os Esports no programa olímpico.

O Comitê Olímpico Internacional (COI) considerou “prematura” a ideia de incluir os eSports no programa olímpico.

Apesar do COI ter afirmado que “os jogos virtuais competitivos implicam em atividade física que pode ser comparada com a necessária em esportes mais tradicionais”, ainda é “muito cedo” para discutir a inclusão dessa modalidade em uma Olimpíada, afirmou Thomas Bach, presidente do COI, durante a sétima conferência da entidade. O encontro aconteceu em Lausanne, Suíça, no último dia 8 de dezembro.

Apesar da negativa, o Comitê Olímpico, em conjunto com a SportAccord, organização que reúne todas as federações internacionais de esportes (olímpicos ou não), convidará as partes interessadas da indústria do eSports/egames para a realização de um  trabalho colaborativo em conjunto.

Resoluções

Diversas outras questões foram discutidas na reunião do dia 8, entre elas a saúde dos atletas. O COI mostrou-se preocupado com o excesso de eventos esportivos que os atletas participam ao longo do ano e afirmou que é impossível estabeler um banco de dados com os eventos esportivos, mas que vai realizar um evento, com líderes dos Comitês Nacionais e atletas, para discutir estas questões.

A Cúpula concordou que a alocação de eventos esportivos internacionais para um país deve incluir as garantias necessárias para os atletas participantes e as delegações esportivas, sem qualquer forma de discriminação ou interferência política do país anfitrião. Isto está de acordo com os princípios básicos de não discriminação e autonomia que regem o Movimento Olímpico e que são reconhecidos por várias resoluções da Assembleia Geral da ONU, mais recentemente a de 3 de dezembro de 2018.

 

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