Duas campeãs olímpicas do halterofilismo são pegas no doping

Sopita Tanasan ganha ouro nos Jogos Olímpicos de 2016 no Halterofilismo.

As campeãs olímpicas não correm risco de perder suas medalhas, já que o caso ocorreu dois anos após as Olimpíadas do Rio de Janeiro, onde conquistaram os títulos

Duas campeãs olímpicas estão entre os quatro atletas tailandeses que testaram positivo para o doping, informou a Federação Internacional de Halterofilismo (IWF) na terça-feira (22).

Sopita Tanasan, que conquistou o ouro nas Olimpíadas Rio 2016, testou positivo para esteróides e testosterona artificial depois de terminar em quarto no campeonato mundial em novembro.

Outros dois, Thunya Sukcharoen e Sukanya Srisurat, ganharam títulos mundiais na competição e correm o risco de perder suas medalhas depois de testar positivo para pelo menos um esteróide anabolizante e testosterona artificial. Se for considerado culpada, Srisurat enfrentará uma possível proibição de oito anos pela segunda vez.

Chitchanok Pulsabsakul também foi flagrado no teste de doping depois de terminar em sexto na categoria acima de 87 kg.

O levantamento de peso está no programa olímpico dos Jogos de Tóquio do próximo ano, mas ainda não foi confirmado nas Olimpíadas de Paris, em 2024.

A IWF disse que todos os atletas que competiram no Campeonato Mundial de Halterofilismo inicialmente estavam limpos, mas a Federação decidiu retestar alguns atletas “usando a mais sofisticada técnica disponível” em um laboratório alemão.

“A IWF continua comprometida em implementar as mais avançadas técnicas de testes para garantir que a pequena minoria que trapaceia seja identificada e sancionada”, disse o presidente Tamás Aján.

A Federação luta contra o doping banindo e reduzindo o número de vagas olímpicas de países com grande quantidade de casos registrados. A Rússia e a China estão entre os nove países banidos das competições do levantamento de peso por um ano, desde 2017, mas já foram restabelecidos.

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