Grã-Bretanha vai ter dois porta-bandeiras em Tóquio 2020, um de cada gênero

Londres, Inglaterra – A Grão Bretanha terá dois porta-bandeiras, um de cada sexo, na abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. A mudança foi incentivada pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) e é parte esforços da entidade para promover a igualdade de gênero.

Desde a primeira edição que disputou, em 1896, a GBR teve apenas três mulheres como porta-bandeiras na abertura dos Jogos – a nadadora Anita Lonsbrough em Tóquio 1964, a cavaleira Lucinda Green nos Jogos de Los Angeles em 1984 e a judoca Kate Howey em Atenas 2004.

O chefe de missão da equipe britânica, Mark England, espera que essa mudança seja um momento para que as mulheres transmitam “uma mensagem e deixe um legado marcante”. E ecrecentou: “Queremos comemorar o retorno dos atletas britânicos para Tóquio depois de 1964”.

A judoca judoca Kate Howey puxa a delegação a Inglaterra, em Atenas, 2004.

“Anita Lonsbrough carregou a bandeira em 1964 e foi a primeira mulher a carregar a bandeira do Time GB. Essa equipe tinha algumas mensagens reais e marcantes. Aquele foi um momento para as mulheres e tenho esperança de que a equipe deste ano também seja capaz de deixar uma marca semelhante”.

A Inglaterra, no entanto, ainda não revelou que serão os escolhidos para carregar as bandeiras na abertura do evento, que começa em 23 de julho. Na última Olimpíada, o escolhido foi o tenista Andy Murray.

“Os indicados vêm dos próprios atletas, mas pela primeira vez os comitês olímpicos nacionais estão sendo incentivados a ter dois porta-bandeiras”, disse. “Teremos de ver ainda. Mas a recomendação é que seja um homem e uma mulher”.

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