Aryna Sabalenka quer ser a primeira de seu nome e país no US Open

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Quando Aryna Sabalenka entrar em quadra neste sábado (9) para disputar a final do US Open, ela precisará de muito mais que apenas jogar tênis para superar os desafios no emblemático Arthur Ashe Stadium. Além de Coco Gauff, Sabalenka vai enfrentar uma sedenta plateia, que estará toda com a americana, e o fantasma do vice-campeonato que insiste em perseguir as bielorrussas em NY.

Antes de Sabalenka, Viktoria Azarenka disputou a final do último Slam do ano em três ocasiões. Nas três vezes, foi vice-campeã. Em 2012 e 2013, Azarenka perdeu para Serena Williams e em 2020 foi Naomi Osaka quem levou a melhor.

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Apesar da regular temporada que tem feito, a próxima líder da WTA não é favorita absoluta contra a embalada – pelo público e pelo título em Cincinnati – Gauff. Inclusive, a americana lidera o confronto direto por 3×2.

Se vencer a batalha de hoje, que deve ocorrer a partir das 17h de Brasília, Sabalenka escreverá mais um capítulo na sua história e de seu país: entre os muitos ineditismos que esta conquista representará para ela, a mais importante é se tornar a primeira bielorrussa campeã do US Open.

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Gabriel Lima
Gabriel Lima
Gabriel Lima é jornalista, formado pela Universidade Federal do Pará. Já participou da cobertura dos Jogos Olímpicos da Juventude em Buenos Aires, 2018. Na ocasião, esteve responsável pelas notícias e atualizações da ginástica artística.

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