‘Xeque-mate’: Xadrez pode ser olímpico em 2024

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O órgão dirigente do xadrez lançou uma campanha, na última terça-feira (12), para que o jogo seja incluído nas Olimpíadas de 2024, em Paris

A Federação Internacional de Xadrez (FIDE, em inglês) solicitou que os formatos mais rápidos do xadrez tradicional, rápido e blitz, sejam incluídos no programa olímpico.

A FIDE afirmou, em comunicado publicado no site oficial da entidade, que o jogo tem um “apelo global genuíno”, com mais de 189 federações nacionais e 600 milhões de praticantes do esporte mundialmente.

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O Comitê Olímpico Internacional (COI) reconheceu o xadrez como esporte em 1999 e, um ano depois, foi um evento de exibição nos Jogos Olímpicos de Sydney, Austrália.

A FIDE solicitou que a modalidade fosse incluída nas Olimpíadas de Tóquio, ano que vem, mas fracassou.

Mais de 20 federações, entre elas o breakdance, inscreveram-se para participar das Olimpíadas de 2024. O anúncio será feito em 21 de fevereiro, quinta-feira.

Olimpíadas

O xadrez tem sua própria Olimpíada, que acontece a cada dois anos. Em 1924, a primeira edição não-oficial do torneio aconteceu em Paris, França, embora na época fosse jogado individualmente. Três anos mais tarde, a primeira Olimpíada oficial foi disputada em Londres, Grã-Bretanha, e levaria o esporte a ganhar popularidade e visibilidade no mundo todo.

Até hoje, a maior campeã do torneio é a União Soviética que tem 18 títulos e, mesmo tendo sido extinta em 1991, possui 12 campeonatos a mais que a segunda colocada, os Estados Unidos, com 6 conquistas.

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Gabriel Lima
Gabriel Lima
Gabriel Lima é jornalista, formado pela Universidade Federal do Pará. Já participou da cobertura dos Jogos Olímpicos da Juventude em Buenos Aires, 2018. Na ocasião, esteve responsável pelas notícias e atualizações da ginástica artística.

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